Pensando aqui… Se não devemos julgar o livro pela capa, o mesmo vale para o vinho e o seu rótulo. Parte da minha família é de Anadia, o coração da Bairrada. Percebo neles a mesma alma do vinho local: são firmes, autênticos e têm aquela 'casca grossa' no bom sentido, de quem resiste e se adapta às maiores adversidades. Bairradinos e vinhos partilham o amor pelo tempo e pelas tradições. Se este vinho for daqueles que nos ganha aos poucos, mas nos conquista para a vida toda, ele cumpre o seu papel com a mais pura identidade.
Gostei muito da sua reflexão. Especialmente da comparação entre os bairradinos e os vinhos da região. Nunca havia pensado dessa forma, mas faz todo sentido. E uma das coisas mais bonitas do vinho é justamente essa capacidade de carregar um pouco da identidade das pessoas e dos lugares de onde nasce. O Poço do Lobo 1990 me causou exatamente essa impressão. Um vinho firme, autêntico, sem pressa para se revelar, mas que recompensa quem está disposto a dedicar tempo a ele. Obrigado por compartilhar essa visão. Ela acrescenta uma nova camada ao texto que eu mesmo não havia percebido quando o escrevi…
Obrigada… é que eu tenho curiosidade sobre a escolha do nome do vinho e quem o produziu… quando descubro parece que o vinho faz mais sentido, acaba sendo mais fácil de decifrar… eu não entendo de vinhos mas gosto de ter intimidade com eles…
Muito interessante a sua reflexão sobre a harmonização entre o vinho e a leitura. Concordo plenamente e já havia intuído isso de algum modo, mas hoje você colocou em palavras essa intuição de um jeito que fez todo o sentido. Seguimos, experimentando uns e outros. Curiosa para ver como vão se desenrolar as cenas dos próximos capítulos. Sobre o livro em particular, vou colocá-lo na minha já infinita lista de leituras. A ideia de chegar a um lugar e se perder nele, andando sem muitos planos e rumos é magnífica e eu faço isso sempre que posso. É uma dessas experiências que me nutrem absurdamente.
Pensando aqui… Se não devemos julgar o livro pela capa, o mesmo vale para o vinho e o seu rótulo. Parte da minha família é de Anadia, o coração da Bairrada. Percebo neles a mesma alma do vinho local: são firmes, autênticos e têm aquela 'casca grossa' no bom sentido, de quem resiste e se adapta às maiores adversidades. Bairradinos e vinhos partilham o amor pelo tempo e pelas tradições. Se este vinho for daqueles que nos ganha aos poucos, mas nos conquista para a vida toda, ele cumpre o seu papel com a mais pura identidade.
Gostei muito da sua reflexão. Especialmente da comparação entre os bairradinos e os vinhos da região. Nunca havia pensado dessa forma, mas faz todo sentido. E uma das coisas mais bonitas do vinho é justamente essa capacidade de carregar um pouco da identidade das pessoas e dos lugares de onde nasce. O Poço do Lobo 1990 me causou exatamente essa impressão. Um vinho firme, autêntico, sem pressa para se revelar, mas que recompensa quem está disposto a dedicar tempo a ele. Obrigado por compartilhar essa visão. Ela acrescenta uma nova camada ao texto que eu mesmo não havia percebido quando o escrevi…
Gosto, bebo, pesquiso, leio sobre, sou “pesquisadora amadora de rótulos” e gosto do “ Storytelling “ que cada vinho conta.
Que legal… 😊🍷
Obrigada… é que eu tenho curiosidade sobre a escolha do nome do vinho e quem o produziu… quando descubro parece que o vinho faz mais sentido, acaba sendo mais fácil de decifrar… eu não entendo de vinhos mas gosto de ter intimidade com eles…
Interessante isso… gostei! Não entende de vinho… mas gosta e bebe provavelmente…
Muito interessante a sua reflexão sobre a harmonização entre o vinho e a leitura. Concordo plenamente e já havia intuído isso de algum modo, mas hoje você colocou em palavras essa intuição de um jeito que fez todo o sentido. Seguimos, experimentando uns e outros. Curiosa para ver como vão se desenrolar as cenas dos próximos capítulos. Sobre o livro em particular, vou colocá-lo na minha já infinita lista de leituras. A ideia de chegar a um lugar e se perder nele, andando sem muitos planos e rumos é magnífica e eu faço isso sempre que posso. É uma dessas experiências que me nutrem absurdamente.